quarta-feira, 31 de outubro de 2007

questão digital light touch

The digital dividend: towards a win-win situation for the media and telecommunication sectorsFirst Workshop with the members of the European Regulators Group (ERG) and the European Platform of Audiovisual Regulatory Authorities (EPRA), Capri, 18-19 October 2007
Better Regulation for a Single Market in TelecomsSpeech at the Plenary meeting of the European Regulators Group, Athens, 11 October 2007 See also: More on the Reform of EU Telecom Rules
The European Approach to Promoting "Content Online"High Level Seminar on European Audiovisual Content Online, Lisbon, 9 October 2007
Le nouveau contexte des médias audiovisuels – tendances et enjeux publicsColloque international pour les 10 ans du Conseil supérieur de l’audiovisuel de la Communauté française de Belgique, Bruxelles, le 21 septembre 2007
Towards next generation media for the digital age?Conference on the Future of the Media, Lisbon, 17 July 2007
The importance of freedom of expression for democratic societies in the enlarged European Union - Press conference on the occasion of the conclusion of a Framework Agreement between the International Federation of Journalists and WAZ Mediengruppe, Brussels, 9 July 2007
Self regulation applied to interactive games: success and challengesISFE Expert Conference, Brussels, 26 June 2007

la contrate audiovisuale

Le deuxième COM d’Arte France (2007-2011)
Le deuxième COM de France Télévisions (2007-2010)
Le deuxième COM de l’INA (2005-2009)

A nova Directiva do audiovisual

Provalvelmente, a nova directiva do audivisual, que é por sua vez, chamado 'light touch' da Comissão Europeia:

Legislative Proposal for an Audiovisual Media Services Directive: Latest Developments in the Co-Decision Procedure (ver aqui)
Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO QUE ALTERA A DIRECTIVA 89/552/CEE DO CONSELHO relativa à coordenação de certas disposições legislativas, regulamentares e administrativas dos Estados-Membros relativas ao exercício de actividades de radiodifusão televisiva (2005)
Boosting the Diversity of European TV- and On-Demand services: Commission paves the way for the new Directive "Audiovisual without Frontiers" (2007)
The Commission Proposal for a Modernisation of the Television without Frontiers Directive: Frequently Asked Questions (2006)
O FUTURO DA POLÍTICA EUROPEIA DE REGULAÇÃO AUDIOVISUAL (2003)
RESOLUÇÃO DO CONSELHO de 21 de Janeiro de 2002 relativa ao desenvolvimento do sector audiovisual (2002)
The new Television Without Frontiers Directive: the Commission proposal to boost Europe’s audiovisual sector (2006)
TV without Frontiers: Commission proposes modernised rules for digital era TV and TV-like services(IP/05/1573 of 13/12/2005)
Commission starts final phase in consultations on modernising EU rules for audiovisual content(IP/05/908 of 12/07/2005)
Commission launches five-year strategy to boost the digital economy(IP/05/643 of 1/06/2005)
New EU Rules for a Convergent Multi-Media World : the need for a "Light Touch" (SPEECH/05/590 of 10/10/2005)
Better regulation for Europe’s media industry: the Commission’s approach(SPEECH/05/532 of 22/09/2005)Europe, the media and European media policy(SPEECH/05/552 of 26/09/2005) .
"Une idée et une stratégie pour l'audiovisuel la perspective européenne" (2003)

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Não existe divionismo étno-político Lorosae e Loromuno

Não exite divionismo étno-político Lorosae e Loromonu
Vicente Paulino
Timor-leste é um país democrático que defende a participação activa de toda a população. Baseando na sua Constituição, a qual o próprio povo chamava como “Lei Inan”. Cara amiga Erzinete Borges, parece-me que o seu artigo, intitulado “Lorosae e Loromunu – Um só Timor” é um tema absolutamente análitico e preponderando sob a questão da intencionalidade política de um povo e de uma Nação, de que os dois termos “Lorosae e Loromonu”, foi uma definição bastante étnica e política que foi, por sua vez, foram utilizados por elites políticos timorenses para preponderar uma determinada acção do seu poder legítimo. Na primeira frase do seu artigo “Timor-leste está dividido em duas partes: Loromunu que tem dez distritos, e Lorosae com três distritos”. De facto, na minha opinião, Timor-leste não está dividido em duas partes: “Lorosae e Loromonu”. A política de divionismo foi criada pela colonização portuguesa para dominar o território, isso que nós entendemos na teoria política que diz respeito à uma política “divide et impera”. E, agora surge esta divisão por um sinal de desentendimento entre os políticos timorenses, que são normalmente, “elites políticos que querem manter o seu poder na instituição onde eles exercem a sua função”, e ainda o outro motivo que lhes leva a cabo de divisão, como nos diz o precioso argumento do seu artigo: “o que tem sido motivo de alguns desentendimentos entre os timorenses”.
segundo do meu ponto de vista, a ideia de divionismo dentro de um pais democrático como o de Timor-leste, é uma definição instrumentalizada e absurda, quer na dimensão política, quer na dimensão ética. Importa a dizer que o divionismo étnico de Lorosae e Loromonu assitido em Timor-Leste “é uma conspiração política por parte dos políticos para conquistar o poder e dividi-lo nos sistemas familiares, cuja finalidade é a determinação do conceito de interesses políticos e a especificação das suas fronteiras nas linhas do poder-estado”. Em todo o caso, o “divionismo político” faz-nos pensar em assunto específico na abordagem temática do poder, justiza social que se predominam na sociedade global.
Para acabar com divionismo entre população de Timor-leste, precisa recriar uma posição entre “factos e “valores” que tem carácter e critério politicamente correcto e valorativo. Portanto, os elites políticos devem renovar a sua atitude de egoísmo e modernizar a nova figura de representação como o modelo de aprendizagem tolerativa e hospitalidade que tem sido como doutrina positivista para a sua formação política e profissional. Todavia, os elites políticos deveriam manter e preservar a sua imaturidade política condignamente, reafirmar também condignamente a sua incapacidade de resolver os problemas sociais, do que com a toda brutalidade abrir o caminho de divionismo políticos e étnico para poder manter a sua função.
Todavia, perante a radicalização e impossibilidade política para manter o juízo de valor e o juízo de facto “como o estabelece a conhecida Lei de Hume”, os órgãos soberanos de Timor-leste têm compreender a situação social e política no terreno e reafirmar novamente uma certa solução que diz respeito a ideia de “Unidade Nacional”. É, ser possível e mesmo necessário, os políticos estabelecem as linhas fundamentais entre política de solidariedade social e política económica no âmbito do raciocínio prático humilhação com seu povo. Assim, o conteúdo factual dos assuntos sociais deverá ser entendido através do conteúdo normativo-informativo e valorativo da vida pessoa humana e, essa medida poderá garantir a estabilidade, paz e ordem pública no país.
Neste quadro, a natureza política e a função da sociedade timorense, é ser lídima depositária da liberdade. Todavia, a liberdade de expressão da sociedade civil é requerer a justiça e estabelece os limites da autoridade política do Estado, por isso também, a política do estado tornar-se clara e faz parte da participação activa da sociedade civil. Para finalizar, queria sublinhar que a cada pessoa humana deve assumir a responsabilidade moral para destruir o sistema político de divionismo na esfera social, mantendo uma clara posição que diz respeito à defesa da paz e da sociedade justa.
o divionismo étnico e político é um monopólio da violência legítima, deve a ser afastado na nossa sociedade.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

informações actuais sobre televisão movel e digital

"TDT tem de avançar antes dos projectos de televisão móvel" (DN, 10.7.07)Balsemão confirma "grandes possibilidade de entendimento" com a Media Capital (Jornal de Negócios, 10.7.07)Os média e a transição para o digital: desafios às políticas públicas (Augusto Santos Silva, 2007-07-03)Opções da nova Televisão Digital Terrestre já foram decididas pelo Governo (DE, 11.7.07)
El Presidente de Impulsa TDT establece los retos de la nueva televisión (Teledigital, 11.7.07)
O Jornal de Notícias abordou entretanto este trabalho: "Televisões deviam fornecer mais informação científica às crianças" (JN, 23.7.07)
"Director da RTP contra lei do Governo" (DN, 16.7.07).
João Lopes (DN, 15.7.07): "Em última instância, o falso directo da RTP decorre de uma brutal incompreensão do planeta de imagens em que vivemos".
Jornal de Notícias (6.10): "Da televisão que criou novo estilo ao espectador mais participativo"Revendo A revolução das televisões privadas, Fora de Linha online (FCSH, 2004)Revendo ainda DEZ ANOS DE HISTÓRIA DA SIC (1992-2002). O QUE MUDOU NO PANORAMA AUDIOVISUAL PORTUGUÊS [CONCLUSÃO] , texto de Rogério Santos no Indústrias Culturais

a superioridade moral


Chateiam-me os crentes que alvitram uma superioridade moral induzida pelos ensinamentos religiosos que professam. Tenho algumas dúvidas que eles de facto acreditem em tal disparate.
A moral é mutável. Não é algo que seja estanque às influências de todos os aspectos que nos rodeiam socialmente. Acontecimentos históricos moldam a moral colectiva, acontecimentos privados moldam a moral individual. Tudo isto, cozinhado com a formação, educação e experiência acumulada, contribui para a aceitação e divulgação de novas regras morais.
A religião é apenas um dos factores que terá, historicamente, contribuído (e mal?) para a moralidade. No entanto, as premissas para a chamada moralidade religiosa são impostas pelo medo dos encargos do pecado e da factura a pagar ao cobrador-mor, o tal ser que espreita os adolescentes quando eles estão no duche. Assim, a moral de origem religiosa não é sincera. É fruto da repressão ideológica hipócrita imposta pela estrutura das organizações religiosas e baseia-se, na maior parte dos casos, em obras de ficção com centenas ou milhares de anos, essas sim, estanques ao evoluir das sociedades.
Sendo a moral o sistema de valores mais relativo que existe, alvitrar tal superioridade é pura demagogia.

retirado em http://heldersanches.com/2007/05/23/a-superioridade-moral/

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

mundos de apreciação

à sombra de uma árvorenuma tarde quentee lenta.
O tempo parece não passar,os segundos são intermináveis.As árvores balançam preguiçosas,conforme o vento as contorna.Tédionum lugar esquecido pelo mundoe por Deus.Sinto-me esquecido.
Vida insignificante e sem sentidoque parece nunca acabar.“Por que existo?”, nem adianta perguntar.Não há resposta.
Vi umas belíssimas fotos da ilha formosa, presumo... Uma "linda princesa adormecida" ao colo de um "pai babado"...

Numa noite de Outono, pensei escrever que tens razão quando dizes que "são as pequenas coisas da vida que nos dão mais prazer". Porém, pensando um pouco melhor, certamente que o ser retratado na foto do centro é o que te dá mais prazer, e esse, é certo e seguro, não é uma "pequena coisa
Tenho a certeza de que a princesa adorou o cheiro do mar, as cores, o som. Despertar para os sentidos num sítio como esse tem de ter alguma influência no acordar da pequenina pessoa que ela é agora. Algures dentro das suas memórias, num local que vai ficar interdito para sempre, vão ficar as sensações da tarde de hoje. Obrigada pela partilha das fotografias e dessa tarde tão especial.
Que saudades do mar, do cheiro a mar, da brisa do mar, hmmm. Que saudades do sol do algarve (não há sol como esse em parte nenhuma do mundo...).
A felicidade está inteirinha nesses pequenos momentos...
Ela quer saber se os gatos têm memória. Já passou do teto branco às experiências de transmissão de pensamento.Eles entendem, já ouvi dizer. E, não me lembro bem, eu já li em algum lugar sobre a memória dos gatos. Eram eles que guardavam apenas as lembranças mais imediatas? Ou seriam eles realmente clichês ambulantes, misteriosos, cheios de segredos e sabedoria? Não queria que meu oráculo fosse um felino.Não me lembro. Li em algum lugar, em algum dia, em alguma revista. Qualquer informação me basta.Mas gatos são leves, de uma leveza não só física, o limite não são os muros altos e os telhados e o mundo inteiro à disposição, e as brechas facilmente abertas, visíveis apenas para quem é muito rápido.E leve.Se lembrassem de tudo, pesariam. Não conseguiriam se mover, como se entupidos da mais assassina das lasanhas, e atolados na cama de gato mais aconchegante, comprada na loja de animais mais nova do bairro. Eles seriam pesados, como todos nós. Não queria me lembrar mais. Não existe memória seletiva.A minha glória, em dias sem teto branco para olhar. A minha desgraça, em dias sem céu azul. Nesses dias, sonho com um novo começo diário. O dia em que todos os dias pudessem ser como a noite de Ano Novo. Uma vida inteira jogada para trás, apenas novas possibilidades a partir de agora.Mas sempre tem um pequeno ato alheio, o refrão de uma música, um olhar de relance para me relembrar do teto branco. Tudo volta. Tenho saudades do moço bonito naquela tarde em que ventava tanto. Tudo muito simples, ainda não havia um passado, dias de construir o presente.E nunca mais, quando nos lembramos, construímos o dia-a-dia. Esquecemos.Algum dia será tudo memória. Histórias que apenas eu e ele sabemos, que por uma fração de segundos, algum dia tentaremos relembrar, e não saberemos se estamos apenas inventando. Retocando, você prefere dizer, porque aí tudo deslizará mais fácil, tudo perderá a sua tensão, e nada mais doerá como antes.

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Pierre Bourdieu: sociologo de combate

Reproduz-se o artigo de Ana Navarro Pedro a propósito de Bourdieu, aquando do seu falecimento, no jornal Público de 25 de Janeiro de 2002Pierre Bourdieu considerava a sociologia como "um desporto de combate". Com a sua teoria da prática introduziu dinamismo na sociologia contemporânea. Foi também um vigoroso opositor do liberalismo económico e da globalização.
O sociólogo francês Pierre Bourdieu, reconhecido mundialmente como uma das figuras mais importantes da sociologia contemporânea, professor catedrático da cadeira de Sociologia no prestigiado Collège de France, desde 1981, director da revista "Actes de la recherche en sciences sociales" e presidente do CISIA (Comité Internacional de Apoio aos Intelectuais Argelinos), Pierre Bourdieu deixa uma obra considerada como fundadora da sociologia crítica da modernidade.Vigoroso opositor ao liberalismo económico e à globalização - mas ferrenho universalista - Bourdieu interveio também no terreno social, tornando-se assim num descendente da linhagem de intelectuais como Michel Foucault ou Jean-Paul Sartre. Paradoxalmente, este investimento militante tão típico dos intelectuais franceses valeu-lhe violentas críticas dos seus pares, que eclipsaram, nos últimos anos, a obra de um mais importantes pensadores da segunda metade do século.O professor e investigador alargara o seu auditório nos anos 90, ao denunciar a miséria social, cultural e moral provocada pelo neo-liberalismo económico, e ao tomar claramente partido pelos movimentos grevistas de 1995, em França. Nessa altura, já era conhecido para além do estrito campo da sociologia universitária, com "A Miséria Humana", que encontrara um vasto público em 1993, e lhe valeu e um imenso sucesso de livraria. Nesse livro, o sociólogo afirma que a visão "matemática" da ciência económica introduz uma utopia que domina completamente o campo político. É, para Bourdieu, uma ideologia dominadora que faz aceitar a destruição das estruturas de integração e de protecção social.Mas a notoriedade académica deste filho de camponeses do sudoeste da França começara muito antes, em 1964, com "Les héritiers", uma crítica do ensino superior em França.Filósofo de formaçãoFilósofo de formação, amigo de Jacques Derrida, que conhecera nos anfiteatros da École Normale Supérieure, Pierre Bourdieu faz na Argélia as suas primeiras observações de sociologia, em finais dos anos 50, para onde fora destacado como professor.Na homenagem que o diário "Le Monde" lhe prestou ontem, lê-se uma citação de um dos discípulos do sociólogo, Louis Pinto, autor de "Pierre Bourdieu et la théorie du monde social": "O seu contributo para a sociologia é antes de mais uma maneira nova de ver o mundo social." A "violência simbólica", tema central da obra de Bourdieu, "exerce-se através do jogo dos actores sociais" e não apenas como uma instrumentação ao serviço da classe dominante. De facto, Bourdieu, através da sua teoria da prática, conseguiu introduzir um dinamismo que a sociologia clássica nunca alcançou. Ou seja, as estruturas simbólicas só ganham significado quando são postas em prática.Com "La Distinction" (1979) e "La Noblesse d'Etat" (1989), Pierre Bourdieu prossegue as suas reflexões sobre as práticas culturais dos franceses, os diferentes níveis de linguagem e os preconceitos socialmente determinados. Mas ao publicar "Sur la télevision" (1997), Bourdieu ganha violentas inimizades nos meios mediáticos franceses. Neste estudo, o sociólogo considera que os media estão cada vez mais submetidos a uma lógica comercial, dando a palavra apenas a "ensaístas palradores e incompetentes".Os jornalistas vedetas da televisão verão nele, daí por diante, um "mandarim" universitário e impõem uma espécie de purgatório mediático a quem ousar defender alguma tese de Bourdieu. É verdade que há uma "escola Bourdieu", ou um colectivo "Bourdieu" de discípulos que se manifesta, de forma militante, na pequena editora "Liber Raison d'Agir". As publicações, baratas e cuidadas, pretendem tornar obras fundamentais acessíveis ao maior número possível de pessoas. Curiosamente, "Liber Raison d'Agir" triunfa no terreno da edição, nomeadamente com "Os Novos Cães de Guarda", de Serge Halimi. Que Bourdieu vença no "mercado" com métodos diametralmente opostos à pré-programação das vendas e dos sucessos de intelectuais desacreditados, enraivece os seus opositores. Afinal, quem é o dominante, quem é o dominado?A dominação masculinaA saída de "La Domination Masculine", em 1998, relança a polémica com mais virulência. Este estudo incide na "lógica da dominação" (racial, económica, sexual, etc.) em geral, mas escrutinando o caso particular das relações homens-mulheres. Bourdieu convida os leitores a ultrapassarem a alternativa clássica, nos trabalhos sobre a dominação, entre "coacção" e "consentimento", e a considerarem que a dominação masculina se perpetua porque as mulheres são educadas para interpretarem o mundo com os esquemas e as categorias sociais incorporadas no pensamento masculino.No único documentário existente sobre Pierre Bourdieu, vê-se o sociólogo a intervir num dos subúrbios mais duros de Paris, explicando a uma audiência de adolescentes pouco simpáticos que "a sociologia é um desporto de combate... não para atacar, mas para se defender".Um dos miúdos interpela violentamente Bourdieu, tratando-o de "mais um dos charlatões que vem ver a violência dos subúrbios". A sala assobia, aquiesce, torna-se ameaçadora. Pierre Bourdieu encaixa mal, não gosta, mas, em vez de dar graxa, para salvar a pele, passa um raspanete ao jovem, e mete a sala na ordem com a temática: "Sei muito mais do que vocês todos, o movimento operário rebentou por causa do anti-intelectualismo". Nos minutos seguintes, chega a ser injurioso. Pois bem, no fim, os miúdos aplaudiram-no.De pé.
(retirada in http://pimentanegra.blogspot.com/2007/01/pierre-bourdieu-socilogo-de-combate.html)

A Violência Simbólica do Cotidiano

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

O conceito de violência simbólica é utilizado por Pierre Bourdieu, sociólogo francês, ao referir-se aos sutis mecanismos de dominação e exclusão social, utilizados por indivíduos,grupos ou instituições, e impostos sobre outros. Tal conceito nos auxilia a compreender inúmeras situações do cotidiano em que tal forma de violência ocorre. Falaremos aqui especificamente da Televisão. Por sua própria estrutura e linguagem, a televisão é marcada por violência simbólica. Basta observarmos a rapidez com que as notícias são apresentadas, passando-se por exemplo, de uma situação que expresse miséria, guerras, chacinas, para uma situação de diversão, entretenimento, por vezes até, fictícia. Com a mesma expressão com que se anuncia a morte, anuncia-se o último capítulo da novela, o produto recém-lançado no mercado, o desfile do morumbi -fashion... Passamos a “chorar pela virtualidade” e nos tornamos passivos e apáticos frente `a realidade. A banalização da violência explícita é uma das piores formas de violência simbólica, e trata-se de um fenômeno corriqueiro no universo televisivo. Uma marcante expressão de violência simbólica na televisão está nas propagandas comerciais, que enaltecem a sociedade de consumo, impondo padrões de estética, de competitividade, de sucesso, de privacidade, de narcisismo, que fazem com que o cidadão seja reduzido ao papel de mero consumidor, sendo reduzida sua personalidade e sua visão de mundo. Tudo se torna mercadoria. O sexo banalizado exerce violência simbólica, especialmente sobre crianças e adolescentes, dos quais é retirado o direito de serem preservados em sua integridade física e psíquica. A televisão é um dos veículos que mais facilitam a disseminação dessa forma de violência, mas tem como cúmplices pais e professores. Falemos destes últimos. Recordamo-nos de uma professora do ensino fundamental que no ano 2000, organizava uma festa em comemoração aos “500 de Brasil”, programando uma apresentação de meninas coreografando a (felizmente já superada) “dança do tchan”. Observemos aí, a ocorrência de violência simbólica tripla: 1) comemorar 500 anos de Brasil implica (se tal comemoração não for discutida de forma competente) em negar toda a história de pré-colonização aqui existente; 2) a dança do “tchan” nega a possibilidade de valorizar a cultura brasileira em suas raízes históricas (o que um evento desta natureza deveria abarcar); e 3) este tipo de número expõe crianças a um erotismo precoce, do qual não podem se defender. A Escola também incorre em violência simbólica ao incorporar e refletir uma ideologia da igualdade das oportunidades, fundamentada numa visão liberal da educação como instrumento que garante o sucesso e a mobilidade social para todos. Desse modo, nega o fato evidente de que a Escola somente favorece aqueles que já são socialmente favorecidos. Além disto, nem sempre leva em conta diferentes modos de vida dos alunos, com suas diferentes bagagens culturais e desigualdades de classe. Conforme aponta o próprio Bourdieu, quando a Escola trata desiguais como aparentemente iguais, já está incorrendo em violência simbólica. E é exatamente assim que muitas vezes a Escola procede: desconsidera diferenças de classe, de cor, etnia, gênero, cultura - elementos que compõem a heterogeneidade da realidade escolar, como espelho da realidade social mais ampla. Quando a Escola ensina e avalia a partir de um único padrão, tomando o aluno a partir de uma única medida, o resultado é óbvio: vencem aqueles que já são privilegiados! Frente ao argumento de que a escola trata a todos de forma igual, questionamos: igual a quem? Quem são os “iguais” tomados como modelo de aluno pela escola e pelos seus agentes? Uma das mais contundentes formas de violência simbólica está no silêncio acerca das diferenças. No silenciar das diferenças constitui-se um paradoxo: as diferenças mascaradas e dissimuladas são tornadas desigualdades. Quando tratamos os alunos a partir de um modelo universal e abstrato – “todos iguais perante a escola” – negamos as diversidades que os representam e o direito de serem respeitados em suas diferenças. A criança universal/abstrata fundamenta-se num modelo/padrão de normalidade socialmente arbitrado, e necessariamente arbitrado a partir das relações de dominação e poder socialmente construídas. Negam-se as características e especificidades dos alunos como seres concretos. Um claro exemplo pode ser a forma como a Escola por vezes nega as especificidades étnico-raciais. Um tema-tabu para muitos professores despreparados, o preconceito e a discriminação racial favorecem a ocorrência de violência simbólica na sala de aula. Sempre que silenciamos as diferenças entre negros e brancos, quando dissimulamos a existência do negro, não mencionando sua presença histórica, tomamos como padrão o branco dominante. Nesse procedimento, o negro fica reduzido/submetido ao lugar de “não-branco”. Assim, acaba sendo identificado pela negação, pelo que não é, e não pela diferença do seu ser, pelo que é e representa etnicamente, historicamente e politicamente. Conseqüentemente, o aluno negro torna-se estigmatizado, submetido a uma forma perversa de violência simbólica, que é cotidianamente reforçada na sala de aula e, da mesma forma, pela televisão. Frente à televisão, também os professores tornam-se vítimas da violência simbólica por ela disseminada, transformando-se em seus cúmplices. Muitas são as situações em que as “barbaridades televisivas” são reproduzidas em sala de aula, não raro, com a aquiescência do professor. Tudo isso parece ser fruto de agentes sociais e educacionais alienados, que favorecem situações cotidianas em que se proliferam diferentes formas de violência simbólica. À verdadeira educação, à educação comprometida com a efetiva formação crítica e com a igualdade, cabe a desmistificação, a reflexão e a tomada de consciência ativa, promovida cotidianamente por pais, professores, educadores em geral.

Elizabete David Novaes
Dra. em Sociologia pela Unesp de Araraquara. Profa. de Sociologia na UNICOC-Ribeirão Preto (retirado in http://www.coc.com.br/sistema/jornalCOC/noticias.aspx?IdMateria=20120&IdSite=95

Definição de política das relações internacionais

O termo de política das relações internacionais é muito importante para os estudantes universitário e, para o público que quer saber este velho termo. por isso, ver e ler algumas definição acerca desta materia (em versão inglês):

Foreign Policy. The term “foreign policy” is a nineteenth-century expansion of the idea of “policy,” which had been in use since Chaucer to denote a government’s conduct of affairs. The phrase “foreign affairs” was increasingly common from the seventeenth century, as the growing volume of state business began to compel a clearer organizational distinction between home and abroad in the secretariats of royal households. But the idea of a coherent set of positions towards the outside world, or a “foreign policy,” seems to have been a product of the bureaucracy and systematization of the industrial age.
For modern observers, foreign policy is at once a phenomenon, a concept, and a major area of study. No definition can do full justice to all three of these aspects of the term, but it is still possible to establish a starting point from which the arguments about interpretation can develop. For there are almost as many views of foreign policy as there are different schools of thought on international relations, or types of political ideology in the world.
Foreign policy, then, can be characterized as the sum of official external relations conducted by an independent actor (usually a state) in international relations. Such a definition is short enough to be of practical use, while retaining sufficient flexibility to incorporate the changes that have occurred and continue to occur in the nature of modern international politics. To take the components of the definition: “international relations” refers to the web of transactions across state boundaries by all kinds of groups and individuals, and “external relations” to the same activities from the point of view of these actors as they move outside their own society into dealings with others. Neither is restricted to “politics” in the narrow sense, as almost any act can be political if it relates to fundamental issues like the distribution of power or the setting of social values and priorities. On the other hand relations must be “official” to qualify as foreign policy because otherwise all transactions could be included and there would be no inherent sense of agency or purposive action, which is what the term “policy” always implies. In this sense all external relations conducted by the legitimate officeholders of the entity express and contribute to foreign policy: defense ministers, foreign trade ministers, and environment ministers may be almost as involved as their colleagues in charge of the diplomatic service. To the extent that senior bureaucrats also take part directly in high-level international transactions, they too will be conducting foreign policy, although their margin of maneuver will vary enormously from state to state and issue to issue. At the extremes, bureaucratic and political competition sometimes means that a state is running several foreign policies simultaneously.
The “sum” of external relations is important because although we talk properly about a country’s specific foreign policy towards this state or that, the use of the term tout court must always be holistic—it represents the entire package of actions and attitudes towards the outside world. Lastly, it is important to define foreign policy as issuing from “independent actors” rather than the more conventional restrictive definition, so as to avoid chaining ourselves to the state in an era when it is evident both that foreign and domestic policy often blur into each other, and that non-state actors are major participants in international relations. So although it has to be admitted that the great majority of foreign policies belong to states, which still monopolize the business of global politics, there is no intrinsic reason why other actors, such as churches or political groups, which transcend on a transnational basis much of the control theoretically exercised by states, should not be deemed to have “foreign” policies. For they, like nation-states, naturally distinguish between their internal character and the international system. We may need to qualify their actions as “private foreign policies,” but they can be analyzed in ways not dissimilar to states.
Most non-state entities, however, have neither the reach nor the motivation to go beyond mere external relations into foreign policy proper. The average sporting federation or municipality can rarely defy government-to-government structures. While some companies, regions, and governments-in-exile do have the resources to achieve a high profile in international politics it is particular entities, like the African National Congress or the Anglican Church, rather than whole categories that qualify as foreign policy actors.
Economic interdependence has increased the number of transnational entities and their opportunities for independent action, although here too variable patterns of development and liberalization make it a more patchy process than is often assumed. While there may be relatively few enterprises capable of challenging states frontally, as Rupert Murdoch’s News International has done, many others have complicated the foreign policies of governments. The disputes over extraterritoriality, for example, between the European Union and the United States, only arise because of the existence of companies that operate internationally, and in the first instance on the basis of the market, regardless of national security policies.
Governments have also had to contend increasingly with international non-governmental organizations as participants capable themselves of shaping international politics. Although nominally based in one country, organizations like Amnesty International, Greenpeace, and Médecins sans Frontières have increasingly taken on a transnational quality and operate on the basis of specified values unrelated to those of any particular national interest. For their part governments do not stand on the sidelines observing. They have developed ways of coping with such actors, and of using them. As a result, both foreign policy and international politics are more subtle and complicated processes than in the Cold War era.
The literature that has burgeoned on foreign policy since 1960 provides us with the means to understand both the underlying forces which shape a country’s foreign policy, and the evolution of the phenomenon itself. This literature constitutes what is now a major subarea of international relations, known variously as foreign policy analysis (FPA) or comparative foreign policy (CFP). It takes the micro, or actor-perspective on international relations, as opposed to the macro, or system-perspective in which patterns are identified without going into the motivations of the actors who produce them. Views differ on what can be achieved at the micro level of analysis. The CFP school, which became well established in the United States, has preferred a behavioral methodology, and has operated on the assumption that it should be possible to generalize about the behavior of states and foreign policies, as classes of phenomena, once sufficient data has been generated by rigorously scientific methods. This positivist approach did not catch on in most European or Commonwealth universities, or in the more traditionalist American faculties. There are also now signs that after the expenditure of considerable effort, money, and ingenuity, some of the main proponents of the school have come to realize its limitations. Quite apart from the general debate about positivism, foreign policy is an insufficiently discrete phenomenon to be able to bear the weight of extensive cross-cultural comparisons and generalizations.
This is to say that because foreign policy as an activity is not sharply different from other kinds of public policy, it cannot generate an exclusive theory of behavior to fit it; also, that the variations over countries and time periods are large enough to enforce damaging qualifications on attempts to derive general laws. More than a wholly distinctive universe of human behavior, foreign policy represents an arena in which various forms of explanation may be brought together, enabling us to say a great deal about the nature of foreign policy, its making, its interaction with domestic politics, and its place in our understanding of international politics as a whole.
This more eclectic approach, which has established itself as the most fruitful way to study foreign policy, employs the dialectical approach of critically testing generalizations and case studies against each other. It uses theory without being enslaved to it, in the sense of concentrating on what are known as “middle-range theories.” At one end of the spectrum this means rigorously constructed hypotheses about closely defined particular aspects of foreign policy (or “structured empiricism” in Michael Brecher’s words), of which the best example is Brecher’s own work on decisions under conditions of crisis. At the other end of the same scale of middle-range theories are sets of insights, more loosely organized but not less valuable for that, on such matters as the tendency of decision makers to lean on historical analogies, or the impact of geopolitical and other environmental constraints on choice. In the middle is a good deal of impressive work on the domestic sources of foreign policy, perception and misperception, bureaucratic politics, and the problems attending the notion of rational conduct in the context of foreign policy. The dominant position of rational choice approaches in political science has failed to catch on in foreign policy analysis for this very reason: the limitations of the “rational actor” model had been fully exposed by the mid-1970s.
The comparative spirit informs most of this writing, even if a tendency towards the case-study method sometimes obscures that fact. Indeed, the foreign policy characteristics of certain types and groups of states have attracted a good deal of attention from those wishing to link the study of foreign policy making to the broader patterns of international relations. Small states, middle-range powers, developing countries, Islamic states, and west European states all fall into this category. In this sense “comparative foreign policy” is often conducted along traditionalist lines and is not to be associated exclusively with the behavioral school referred to above.
The study of foreign policy has thus evolved over more than thirty years. Despite continuing differences over methodology and scope, it deals in essence with the content of policy on the one hand and the process of foreign policy making on the other. Most often, however, it focuses on the interactions between the two, starting from the premise that what is done will be partially determined by how it is done, and allowing for the possibility of human beings asserting their existential rights to choice, even in the most constricted circumstances. Moreover the environments in which action takes place are to be regarded as crucial but not given; the interplay of domestic and international factors is an endlessly varied and elastic process.
For the most part the contemporary analysis of foreign policy has been driven by a dispassionate desire to open up previously neglected questions. But the spirit of scientific inquiry should not be allowed to obscure the points of connection between the concerns of policy analysis with rationality and perception, and that long-standing normative approach which dwells on such subjects as the extent to which law or morality should affect diplomacy, and the tension between short-term and long-term considerations in foreign policy. Realism, with its black-boxing of the state and its reductionist emphasis on interests as the basis of foreign policy, cannot match foreign policy analysis in this respect as a meeting place for the empirical and philosophical aspects of states’ activities towards each other. Indeed, recent poststructuralist work on discourse and identity has tended to argue that no such distinction can be made; the very concept of “foreign” policy is constituted in its familiar way as the result of a dominant discourse which should be deconstructed so as to reveal its narrowing assumptions about both identity and values. Poststructuralists have revived theoretical interest in foreign policy by examining language and the various worldviews thereby revealed.
Yet the study of foreign policy still faces an important challenge for the future. For the very need to define foreign policy broadly enough so as to cater to a wider range of actions than those encompassed by traditional diplomacy, shows how it is becoming difficult to distinguish the aspects of public policy which are directed towards foreigners from those which are primarily in the domestic domain. The problems of migration and criminality which are high on the “new” agenda of post–Cold War international politics require, by definition, strategies which are both internally and externally directed. If such a distinction becomes increasingly unsustainable, the study of foreign policy will merge with that of comparative politics to form a new, broader focus on the politics and policies of states (or whatever systems for mobilizing decisions may replace states) within the complex web of global interdependence. The disappearance of foreign policy that this would represent, however, is still many decades into the future. Even then the concept would probably need reinventing under another name, given the inherent tendency of human collectivities to perceive inside as different from outside. Whenever foreign policy seems on the point of losing its contemporary relevance, it has the habit of bouncing back to the center of our concerns, whoever and wherever we are.
Bibliography
1. James N. Rosenau, The Scientific Study of Foreign Policy, 2d ed. (London, 1980).
2. Yaacov Y. I. Vertzberger, The World in Their Minds: Information Processing, Cognition and Perception in Foreign Policy Decision Making (Stanford, Calif., 1990).
3. Alexander George, Bridging the Gap: Theory and Practice in Foreign Policy (Washington, D.C., 1993).
4. David Campbell, Writing Security: United States Foreign Policy and the Politics of Identity, rev. ed. (Minneapolis, 1998).

Christopher Hill

Christopher Hill “Foreign Policy” The Oxford Companion to the Politics of the World, 2e. Joel Krieger, ed. Oxford University Press Inc. 2001. Oxford Reference Online. Oxford University Press.

Definição do realismo

O termo "realismo" é um termo muito utilizado na teoria das relações internacionais. agora devemos ver nos vários desenvolvimentos políticos dos Estados Unidos durante estes anos de gorvenação do Presidente George W Bush, que reinicia outra ves o sistema "do realismo político".
aqui uma definição do "realismo" em versão inglês:

Realism. Also known as Political Realism or Realpolitik, Realism remains one of the dominant schools of thought within the field of international relations. With a long intellectual pedigree, dating at least from Thucydides’ (ca. 460–400 B.C.E.) history of The Peloponnesian War and the writings of Niccolo Machiavelli (1469–1527) and Thomas Hobbes (1588–1679), Realism is distinguished from contending approaches by three assumptions regarding the nature of international politics.
First, the international system is anarchic and based on the principle of self-help. By anarchy, Realists do not mean that international politics are chaotic. Indeed, some proponents argue that relations between nations do exhibit regularities and are even driven by widely accepted social norms. Rather, for Realists anarchy simply means that the international system lacks any political authority higher than the state. Unlike domestic politics, where a hierarchical pattern of authority exists to enforce private agreements and public laws, sovereign states stand in relations of formal equality. As a result, states are ultimately dependent on their own resources to protect their interests, enforce agreements, and maintain order.
Second, states are the dominant actors in world politics. Both private actors, such as multinational corporations, and intergovernmental organizations, such as the UN, exist and influence international politics. Realists assume these actors are subordinate to states. Private entities and intergovernmental organizations act within the political arena, but they do so only with the consent of national political authorities.
Third, inHans Morgenthau’s classic statement (Politics Among Nations: The Struggle for Power and Peace, 5th ed., rev., New York, 1978, p. pp.5), “statesmen think and act in terms of interest defined as power,” broadly conceived to include both material and psychological, military and economic capabilities. The “national interest,” in this view, is to maximize power. Because power exists only relationally, it follows that world politics is inherently conflictual; all countries cannot increase their power or satisfy their national interests simultaneously.
Kenneth Waltz (in Theory of International Politics, Reading, Mass., 1979, p. pp.118) has recently refined this third assumption, clarifying the ambiguity between power as a means and as an end. “At a minimum,” he writes, states “seek their own preservation and, at a maximum, drive for universal domination.” Only after survival is assured, he continues, can they afford to seek other goals; as a result, states act, first and foremost, to maximize security.
Realism emerged in its modern form largely in reaction to Idealism, a more normatively driven approach which held that countries were united in an underlying harmony of interest—a view shattered by the outbreak of World War II. Rather than study the world as it might be, Realists maintained that a science of international politics must study the world as it was—an insistence that resulted in the Realists’ self-acclaimed appellation.
The generation of Realists writing immediately before and after World War II, now referred to as the classical Realists, shared an essentially pessimistic view of human nature. Reinhold Niebuhr (1892–1971), Nicholas Spykman (1893–1943), Hans Morgenthau (1904–1980), and others believed that the struggle for power was inherent in human nature. Viewing humankind as unchanging, these Realists held out little hope for any transformation of international politics. Rather, they focused on the principles of diplomacy and mechanisms—such as the balance of power, international morality and world public opinion, and international law—which regulated and restrained the inevitable clashes of interests between states.
Contemporary Realists, often called Neorealists or Structural Realists, have sought to inject greater theoretic rigor by defining concepts more clearly and deriving testable hypotheses. Neorealists have also focused on the international system, examining how different structures—defined in terms of ordering principles, the functional differentiation of the units, and distributions of capabilities—produce varying patterns of world politics which cannot be explained simply in terms of the interests and policies of individual countries. Most fundamentally, Neorealists derive the causes of international conflict not from innate human characteristics but from anarchy. Given the necessary reliance on self-help, a state must prepare to defend itself against potential threats from others. In so preparing, however, it (perhaps unwittingly) threatens others—thereby creating a vicious cycle of increasing threat and insecurity. Thus, even though all states may possess thoroughly pacific intentions, international competition and conflict may still arise.
In the approximately forty-five years since it emerged as a clearly defined school of thought, Realism has stimulated a diverse research program. In a recent review,John A. Vasquez (The Power of Power Politics: A Critique, New Brunswick, N.J., 1983) identifies five foci within Realism: the study of 1) foreign policy, which has sought both to clarify the concepts of national interest and power in the context of past and present policy problems and develop models of national decision making; 2) systemic processes, especially those that regulate international conflict; 3) the causes of war; 4) deterrence and bargaining, with a particular emphasis on nuclear weapons and strategy; and 5) supranationalism, including international organizations and international regimes. Since the early 1970s, a Realist school of international political economy has also emerged. Focusing on the interaction of power and wealth, this school has been particularly concerned with the relationship between hegemony, or the presence of a single dominant state, and international economic openness and closure.
Critiques of Realism.No theoretical approach to international relations, especially one as central as Realism, is without its critics. Although by no means an exhaustive list, it is possible to identify five general criticisms.
First, the predictive power of Realism, and its status as a positive theory of international relations, rests on the objective determination of the national interest—whether it be defined in terms of power or security. Only if the national interest is clear and unambiguous can the theorist discern whether countries do, in fact, adopt appropriate policies. Yet, “the trouble …,” asArnold Wolfers noted in ‘National Security’ as an Ambiguous Symbol (Political Science Quarterly 67, no. 4 [December 1952], p. pp.484), “is that the term ‘security’ covers a range of goals so wide that highly divergent policies can be interpreted as policies of security.” As a consequence, the predictive and, in turn, explanatory power of Realism is weakened.
Second, many Realists, and especially Neorealists who explicitly exclude domestic policies from their theories, have treated the state as a unitary actor. Critics have charged that even if this “billiard-ball” view was appropriate for describing international relations in an earlier era, it is of declining relevance today. With the growth of private cross-border communications and organizations, and with the rise of economic interdependence, the “hard shell” of the state has crumbled. According toRobert Keohane and Joseph Nye in Power and Interdependence: World Politics in Transition (2d ed., Boston, 1989), relations between some countries and in some issue areas are better characterized by “complex interdependence”—where multiple channels connect societies, no clear hierarchy exists between the “high” politics of military security and “low” politics of economic affairs, and military force is of less utility.
Third, Neorealists have recently been criticized for being “statists,” that is, assuming that states are the primary actors in world politics without explaining why they emerged as the predominant form of political organization or considering how they might evolve in the future. Fourth, and closely related, Neorealists have been challenged for not developing a dynamic theory which can explain the evolution of the international system through time. Specifically, critics within the “agent-structure” debate have argued that Neorealism must incorporate how the actions of “agents,” or decision makers operating within the constraints of the system, affect in turn the structure of the system. InReflections on Theory of International Politics: A Response to My Critics (in Robert O. Keohane, ed., Neorealism and Its Critics, New York, 1986), Waltzrecognizes both of these problems and accepts them as inevitable limitations of relevant, “problem-solving” theory.
Finally, Realism does not adequately ground the national pursuit of power or security, however defined, in the interests and incentives of individual foreign policy decision makers. Classical Realism was developed before many of the advances in modern political science, and Neorealism seeks to derive strictly systemic theories of international politics. From a public or rational choice perspective, which accepts the methodological individualism of neoclassical economics, there is no necessary reason why the interests of self-seeking politicians should coincide with the national interest. Given the difficulties of translating social preferences into public policy, a considerable gap will often exist between the interests of the people as a whole and actual policy. To the extent that such difficulties arise, the explanatory power of Realism is further weakened.
Despite these limitations, Realism remains a powerful, simple, and elegant theory of international politics. Rather than focusing on ideology, national regime types, stages of economic development, and other particularistic or time-bound factors, Realism builds its explanations on the most general and enduring features of international politics—the struggle for power and security by self-seeking states within an anarchic international system—and in doing so provides both a persuasive explanation for conflict within the international arena and a guide for managing such disputes.
Normative Critique.Realism is often criticized for being amoral, and perhaps even immoral, in its elevation of the national interest over other ethical principles. Realism, as defined above, is a positive theory of international politics, and as such is not motivated primarily by normative concerns. Yet, to the extent that Realists enter the policy arena, whether as direct participants or outside experts, this criticism is not entirely inappropriate.
Realists do consider standards of conduct at the international level to be different from those governing behavior within states. In an anarchic world, national leaders must, at times, adopt or countenance actions that would be legally or morally repugnant in relations among individuals. As the environment changes, Realists maintain, definitions of morality must change too. AsGeorge F. Kennan writes in Morality and Foreign Affairs (Foreign Affairs 64, no. 2 [Winter 1985–1986], p. pp.206), the “primary obligation [of a government] is to the interests of the national society it represents, not to the moral impulses that individual elements of that society may experience.”
As always, Realists emphasize the importance of studying the world as it is rather than as we wish it to be. This commitment to “realism” carries over into the evaluation of policy. AsHans Morgenthau concludes in Another Great Debate: The National Interest of the United States (American Political Science Review 46, no. 4 [December 1952], p. pp.988), “The contest between utopianism and realism is not tantamount to a contest between principle and expediency, morality and immorality. … The contest is rather between one type of political morality and another type of political morality, one taking as its standard universal moral principles abstractly formulated, the other weighing these principles against the moral requirements of concrete political action, their relative merits to be decided by a prudent evaluation of the political consequences to which they are likely to lead.”

Bibliography
1. Edward Hallett Carr, The Twenty Years’ Crisis, 1919–1939 (New York, 1939).
2. Stephen D. Krasner, Defending the National Interest: Raw Materials Investments and U.S. Foreign Policy (Princeton, N.J., 1978).
3. Robert Gilpin, The Political Economy of International Relations (Princeton, N.J., 1987).
4. Alexander Wendt, The Agent-Structure Problem in International Relations International Organization 41, no. 3 (Summer 1987): pp.335–370.

David A. Lake

David A. Lake “Realism” The Oxford Companion to the Politics of the World, 2e. Joel Krieger, ed. Oxford University Press Inc. 2001. Oxford Reference Online. Oxford University Press.

Definição da "Guerra Fria"

Penso que o termo de "guerra fria" ou "Cold war" apareceu outra vez nso rubricos do mass media. reaparece este termo quando o Prisidente da Rússia Vladimir Putin queria avançar e apontar os mísseis para a Europa, se os Estados Unidos não retira ou recua a sua política em relação do seu plano de montar os mísseis no território europeu, principalmente na república Checa. Por tanto, vê e lê essa curta definição da "Guerra Fria" que estou colocar aqui em versão inglês
Cold War. The term “Cold War” is used to describe the protracted conflict between the Soviet and Western worlds that, while falling short of “hot” war, nonetheless involved a comprehensive military, political, and ideological rivalry from the end of World War II to the early 1990s. It entered modern political vocabulary after World War II, as a description, popularized by the columnist Walter Lippmann, of the conflict between the Soviet and Western blocs. It was initially used to describe a historical period—the Cold War—that began with the breakdown of the wartime alliance in 1946–1947. Some writers saw an end to the Cold War in the 1950s, after the death of Stalin; others saw its demise in the 1970s with détente. The term “Second Cold War” was widely used to refer to the period after the collapse of détente in the late 1970s.
“Cold War” was, however, also used in a more analytic sense, not to denote a particular phase of East-West rivalry but rather to denote the very fact of the rivalry between the communist and capitalist systems itself, one that involved competition and confrontation but not all-out “hot” war. In this sense, the Cold War began not in 1945 but in 1917, with the accession of the Bolsheviks to power, and their proclamation of a worldwide challenge to capitalism, and continued until the late 1980s. The communist revolutionary challenge, and the Western response to it, were checked by a variety of factors—the fragmentation of the world into separate societies and states, the power of nationalism, the fear of nuclear weapons, the limits on the power of each side—but it nevertheless endured for more than seven decades. Whatever the periodicity or meaning adopted, most writers agreed that the Cold War, in the sense of a global rivalry between two competing and roughly equal blocs, ended, after Gorbachev’s accession to power in 1985, with the collapse of Soviet power and the end of the Soviet ideological challenge to the West.
The development of East-West rivalry was marked by a set of crises, in both Europe and the Third World, and by an enduring competition in arms, especially nuclear weapons. Central as the arms race was to Cold War, however, the latter comprised a broader strategic and political contest. After the end of World War II, Europe was soon divided by the “Iron Curtain” of communist border controls into the Soviet and Western blocs, which led to the Berlin blockade of 1948–1949 and to the formation, in 1949 and 1955, respectively, of the North Atlantic Treaty Organization and the Warsaw Treaty Organization. Further crises over Berlin followed in 1959 and 1961, and attempts by states under Soviet control to assert their independence were crushed by force—the German Democratic Republic (East Germany) in 1953, Hungary in 1956, Czechoslovakia in 1968, Poland in 1981. Yugoslavia, Albania, and Romania were able to evade Soviet domination but remained ruled by Communist parties until they, like the Soviet allies, were overwhelmed by the democratic revolutions of the late 1980s.
The rivalry of East and West was also fought out in the Third World. After the Azerbaidzhan crisis of March 1946, a dispute over Soviet reluctance to pull forces out of Iran that marked the first major dispute of the Cold War, there followed the Chinese Revolution of 1949, the Korean War of 1950–1953, the Suez crisis of 1956, the Cuban Revolution of 1959 and, in its aftermath, the missile crisis of 1962, and the U.S. involvement in Vietnam of 1965–1973. In the latter part of the 1970s the collapse of détente and onset of the so-called Second Cold War was in part the result of U.S. concern at the advent to power of pro-Soviet revolutionary regimes in a dozen Third World states, notably South Vietnam, Afghanistan, Ethiopia, Mozambique, Angola, and Nicaragua.
The Second Cold War came after the lessening of tensions that was evident in the 1970s with the Strategic Arms Limitation Talks of 1972 and the Helsinki Accords of thirty-three European nations, the United States, and Canada on European security in 1975. This amelioration had ended by the late 1970s and appeared dead when Soviet forces occupied Afghanistan in December 1979. The period after 1980 initially saw an intensification of East-West confrontation: an increased emphasis in the West on the arms race, with the deployment of intermediate-range cruise missiles in Europe and the Strategic Defense Initiative, and an encouragement by the United States of anticommunist guerrillas in Cambodia, Afghanistan, Angola, and Nicaragua.
In the Second Cold War the Soviet leadership appeared to have retreated behind the defensive positions of the earlier cold war, but from 1985 onwards, under Gorbachev’s leadership, the Soviet Union made wide-ranging concessions that brought the earlier confrontation and the Cold War as a whole to an end. In 1988 the Soviet Union declared an end to military support for the Eastern European communist parties it had kept in power for forty years and in 1989 withdrew its forces from Afghanistan. In the same period it signed wide-ranging agreements on arms control and arms reduction with the United States, and abandoned its global ideological rivalry with the capitalist West. In November 1989 the opening of the Berlin Wall signaled the end of communist power in Eastern Europe. In December 1990 the Cold War was officially declared over at the Paris Organization for Security and Cooperative in Europe (OSCE) conference. In December 1991 the Soviet Union broke apart.
Writing on the Cold War has revolved around two broad questions. The first has been that of historical responsibility, of which side caused the cold wars of the late 1940s and late 1970s. Whereas earlier writings tended to polarize around a Western view that the Soviet Union was responsible and a Soviet view that the “imperialist” countries were to blame, a later school of “revisionist” Western writing stressed forms of U.S. responsibility. In the 1980s a “postrevisionist” school emerged, locating responsibility in both the Soviet and U.S. blocs, while, with the advent of glasnost in the Soviet Union after 1988, Soviet writers began for the first time to concede that the policies of Stalin and Brezhnev had contributed to exacerbating East-West tensions.
The second broad set of questions concern what the Cold War was and what the sources of the conflict were. Here four broad schools of explanation have emerged. The first, a traditional application of power politics, sees it as a continuation under new ideological guises of the kind of great power rivalry for empire, influence, and domination seen in earlier epochs. A second school stresses the cognitive and subjective factors, the degree of misperception involved in the failure of the two sides to maintain their wartime alliance and resolve subsequent disputes, and to extricate themselves from the reinforcing anxieties of the arms race. A third school views the Cold War as only apparently a rivalry between two blocs, and more as a means by which the dominant states within each bloc controlled and disciplined their own populations and clients, and by which those who stood to benefit from increased arms production and political anxiety promoted a mythical rivalry. Fourth, there are those who see the Cold War not primarily as a conflict between states or as a merely military rivalry but more as a conflict between two distinct, competing social and political systems, each committed to prevailing over the other at the global level. Despite its rapid and, in Europe, relatively bloodless end, the Cold War continues to exert a hold on world affairs. In Russia there is pervasive nostalgia for world stature, exacerbated by the economic collapse that has followed the end of Soviet centralization. In China a communist party still rules, amidst growing social and political pressures. Although communism as an alternative ideology is discredited, many of the tensions, economic and social, that produced it remain acute, as the breakdown of state control in a number of areas formerly ruled by communism has produced new civil and ethnic conflicts.

Bibliography:
1. Fred Halliday, The Making of the Second Cold War, 2d ed. (London and New York, 1986).
2. Raymond Garthoff, Détente and Confrontation, 2d ed. (Washington, D.C., 1994).
3. John Lewis Gaddis, We Now Know: Rethinking Cold War History (Oxford, 1997).
Fred Halliday
Fred Halliday “Cold War” The Oxford Companion to the Politics of the World, 2e. Joel Krieger, ed. Oxford University Press Inc. 2001. Oxford Reference Online. Oxford University Press.

literatura da relação internacional

Se nós queremos saber mais sobre os documentos, teorias, os conceitos e análises críticas e etc, em relação de políticas relações internacionais, podemos entrar no site de um docente da relação internacional chamado Vincent Ferraro nos Estados Unidos.

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Reflexologia combate a TPM

Pressionar nos pés pontos que correspondem aos órgãos afetados pela síndrome menstrual traz alívio
Não é mágica, mas pode amenizar tensões pré-menstruais. A famosa TPM, gerada por alterações hormonais na mulher quando se aproxima o período menstrual, pode ser tratada através da união de duas técnicas orientais, a reflexologia e a massoterapia, controlando sintomas típicos do distúrbio, como insônia, ansiedade, mau humor e dores de cabeça e musculares.A reflexologia defende que todos os órgãos do corpo estão refletidos em diferentes pontos das plantas do pé que, quando pressionados, estimulam o funcionamento desses órgãos e aliviam dores.Os pés concentram uma infinidade de terminações nervosas sensíveis, chamadas zonas reflexas que, quando massageadas, enviam sinais para o cérebro ativando a circulação no órgão correspondente.
Energia fica estagnada nos canais corporais
No caso da TPM, o especialista aplica a massoterapia, fazendo pressão com as pontas dos dedos, durante dois minutos, nos pontos ginecológicos – correspondentes ao útero e ao ovário – dos pés. Presidente da Associação Brasileira de Ayurveda, o acupunturista Aderson Moreira da Rocha explica que, na visão oriental, a TPM é uma estagnação dos fluxos da energia vital dentro dos canais energéticos do corpo, provocando a dor. A união dessas duas técnicas normaliza o fluxo energético, aliviando dores e tensões.Aprendendo a localização dos pontos e a que órgãos correspondem, o especialista recomenda que o paciente, todas as noites, faça a auto-massagem em casa.

Pressão produz analgésico
Além da sensação de relaxamento, a pressão nos pontos da reflexologia induz o organismo a produzir endorfina, analgésico natural que neutraliza a adrenalina, responsável pelo estresse.“Antes de iniciarmos o tratamento, fazemos o diagnóstico para saber qual o nível de desequilíbrio de energia do paciente. Além de trabalharmos os pontos específicos dos pés, fazemos massoterapia em outros pontos para trazer maior sensação de bem-estar”, explica Aderson Rocha.Para o alívio imediato da TPM, é recomendado fazer aproximadamente 10 sessões depois do período de ovulação (a partir do 14º dia), mas o especialista alerta que esse não é o propósito da técnica.“Esse é um tratamento complementar e a longo prazo. As tensões diminuem progressivamente. Dependendo da gravidade do desequilíbrio da paciente, são necessários tratamentos complementares, como, por exemplo, o emprego de fitoterápicos (ervas medicinais)”, diz Rocha.


Fonte: Jornal O Dia - 19/04/2004

http://odia.ig.com.br/ciencia/ci190401.htm

terça-feira, 17 de julho de 2007

info cientifico

Novo medicamento contra o câncer é ativado por laser (in inovação tecnologica, 29-5-2007)
a nossa terra de hoje (in naturlink)
As crueldade do aquecimento global (in diario de noticia, 9-6-2007)
Internet do futuro começa a ser desenvolvida (in inovação tecnologica, 29-5-2007)
Descoberto exoplaneta parecido com a Terra (in inovação tecnologica, 26-4-2007)
Microscópio de Força Atômica distingue átomos de diferentes elementos (in inovação tecnologica, 5-3-2007)
Proteína substitui micro-organismo em processos de limpeza (in inovação tecnologica, 16/05/2007)

terça-feira, 10 de julho de 2007

A comunicação interna duma empresa em situação de crise
Por
Vicente Paulino

Com a globalização económica mundial, precisa então, pensar o que é que uma equipa duma empresa pode fazer crescer o seu negócio no médio prazo, mas se haver uma crise interna o que é que esta equipa vai fazer? Como já podemos ver o passo mais essencial é construção um gestor de informação dentro dessa empresa, para que cada equipa ou departamento podem realizar-se uma comunicação interna como um dos dispositivos de resolver a crise que a própria empresa está enfrentar. Portanto, a comunicação interna é uma estratégia que controla os fluxos de informação e que poderá salvar ou prever a crise que vai acontecer em/numa empresa. Todavia, esse modo sempre consegue antever os acontecimentos e de então, os protagonistas de crise são apanhados de supressa.
Ao meu ver, a crise que afecta duma empresa deve ser resolvida pela acção imediata por parte das equipas da mesma empresa para poder impedir um potencial impacto negativo sobre uma organização ou sobre os seus interlocutores, e para que não ameaça a reputação da empresa, a sua natureza de lucratividade e o seu futuro de negócio. No entanto, e Quando uma empresa enfrenta uma crise, seus dirigentes são assediados por jornalistas, clientes, políticos, grupos de interesse, funcionários, accionistas, até então todos preocupados. Por isso, natural que uma empresa deve flexível e aberta em toda a matéria e incluindo o que é chamado comunicação interna em situação de crise. Por isso, os dirigentes duma empresa devem ver com duas grandes missões da comunicação interna: fazer funcionar a organização e fazer pertencer à organização.
Neste sentido, o que precisa é levar a comunicação interna perceber-se o conteúdo de procura à motivar os trabalhadores, ou seja, o objecto interno é de a motivar, seja que ela consequentemente através da própria comunicação que faz funcionar e faz pertencer. Por desta razão, a comunicação interna poderia levar a que os trabalhadores sejam os principais embaixadores da organização junto dos diversos públicos. Portanto, eu não possui imaginar que a comunicação interna seja viável para procurar uma solução absoluta duma empresa está em crise, sem a participação activa de todas as equipas dessa empresa, por isso, no meu entender é re-estabelecer o processo interactivo que inclui um esforço de toda a equipas para enviar significados e responder a eles dos seus modos de comunicabilidade da resolução do problema. Implica também uma transmissão e recepção de signos e símbolos verbais e não verbais que provêm não só da outra pessoa mas também do meio físico e cultura tanto do emissor como do receptor. Ou seja, formam um conjunto de equipas que se orientam por fins específicos cujo alcance requer uma divisão de trabalho e diferenciação de função com continuidade no tempo, para que seja o próprio esforço dessa equipa pode criar uma nova dimensionalidade da gestão para poder suceder uma rápida solução directa e abertamente aos parceiros da própria empresa. Entretanto, num modo geral, devo dizer que a comunicação interna em tempo de crise, deve cumprir as seguintes formas de resolver a crise: em primeiro lugar é definir as situações actuais e futuras, o segundo é reconstruir a nova coerência cultural da organização; o terceiro é facilitar de uma mudança; o quarto é criar uma nova dimensionalidade de gestão para combater a antiga gestão de stress; e por último é reorganizar novamente o modo de trabalho colectivo.

segunda-feira, 9 de julho de 2007

A gestão da comunicação corporativa duma organização ou duma empresa
por
Vicente Paulino
A comunicação corporativa é um instrumento de gestão através do qual todas as formas conscientes de comunicação interna e externa são harmonizadas com a máxima eficiência e eficácia possível, de forma a criar uma base favorável às relações entre a organização e os grupos dos quais depende. Do meu ponto de vista, a comunicação corporativa é uma ligação directa a gestão da identidade da empresa, em que se designa como “identidade corporativa”. Neste sentido, a responsabilidade social, a identidade corporativa é definida como auto-apresentação de uma organização e consiste nos sinais que ela oferece de si, através do comportamento, da comunicação e do simbolismo, como formas de expressão.
No contexto de gestão, uma empresa com uma forte identidade corporativa consegue atingir melhor os seus grupos-alvo, aumenta a motivação entre os empregados, inspira confiança entre os grupos externos à organização, aceitando o papel vital dos clientes e dos grupos financeiros. Na medida em que os empregados desempenham um papel crucial na transmissão externa da imagem. Para além desta importância, os empregados que estão motivados são uma parte decisiva no desempenho da organização que pretende competir e ter sucesso num mercado competitivo.
Portanto, a gestão da comunicação corporativa está a ver com o que é “a imagem corporativa” ou seja “a imagem positiva”, pois ela é a representação mental dum indivíduo na empresa. A imagem corporativa positiva é um incentivo à venda de produtos e serviços. Contribui para recrutar os melhores empregados, é importante no meio financeiro e junto dos investidores e gera o sentimento de confiança entre o público-alvo, internos e externos. Uma imagem positiva dá autoridade à organização e é a base do seu sucesso e da sua continuidade. Já não se limita ao campo de atenção do marketing, passando a ser um instrumento estratégico da gestão de topo, pois a imagem é uma representação mental que afecta as atitudes e o comportamento de todas as equipas duma empresa. Porque nenhuma organização pode ignorar a imagem porque a impressão que ela cria, consciente ou inconsciente, voluntária ou não, afecta inevitavelmente as pessoas com que se relaciona. A imagem de uma organização não é absoluta porque se diferencia consoante os públicos. Pode tomar aspectos diferentes, em função dos atributos próprios de cada grupo implicado, pois imagem é o resultado que depende da maneira como os públicos descodificam os sinais de mensagens provenientes dos produtos, das marcas, dos serviços, da Publicidade, das entrevistas dos empresários, dos edifícios, do atendimento, das afirmações e opiniões dos seus trabalhadores. Na qual a imagem positiva de uma organização está dependente de uma relação de causa e efeito entre a identidade e a imagem, sendo a causa, a identidade que se quer projectar e o efeito, as percepções da identidade que se transformam em identidade institucional. Neste sentido, a imagem configura-se a partir da identidade da empresa, que se transmite através da comunicação corporativa de um conjunto de atributos, pelo qual o êxito da imagem da empresa depende da conjugação da sua identidade com uma adequada comunicação dos atributos a projecta.
Eventualmente, uma das missões da comunicação corporativa é transmitir a identidade, por isso, a conjugação de uma comunicação adequada dos atributos a projectar com a identidade da empresa são cruciais ao êxito da imagem empresarial. Para projectar a sua identidade e obter a imagem pretendida, a organização necessita de implementar um processo de controlo da imagem que deve aumentar relativamente ao nível de comunicação controlada. E contundo, a comunicação é geradora de imagem, logo é imprescindível e insubstituível no processo de transmissão e de expressão da identidade institucional. Sem comunicação e meios de expressão da identidade da empresa, esta não poderia ter uma imagem na mente do público. Uma política de comunicação coerente contribui para uma imagem favorável de cada componente individual que, por sua vez, contribui favoravelmente para o desempenho total da empresa. Uma reputação corporativa favorável não é um objecto isolado, mas uma condição vital para criar uma sólida base comercial, a partir da qual o sucesso da empresa irá eventualmente ser criado.